Barulho na foto (6)
Em 26 de novembro de 2009

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Jesus disse que ninguém pode fazer parte do Reino de Deus se não nascer de novo (João 3). Paulo complementa dizendo que quem entrega sua vida a Cristo é nova criatura (2 Coríntios 5).

Muitas vezes esquecemos que quem cria, gera e dá vida é Deus. Então, ficamos patinando sobre tentativas frustradas de sermos "cristãos" e "nascidos de novo". Lemos a Bíblia e oramos. Vamos à igreja e constantemente estamos em meio a outros cristãos. Evitamos pecar e nos esforçamos para nos tornar semelhantes a Cristo. Mas de repente todas essas coisas se tornam enfadonhas e cansativas - passam a parecer mais um fardo do que uma alegria. Você se enxerga como cristão por fazer tudo isso quando, na verdade, você deveria fazer tudo isso por ser cristão.

Só podemos realmente nascer de novo quando deixamos o Criador nos dar uma vida nova - quando  o deixamos arrancar todas as tripas imundas do nosso ego e da nossa velha natureza e fazer de nós pesoas completamente novas. Tentar seguir a Jesus sem se entregar por inteiro para ser completamente remodelado é a mesma coisa que tentar fazer parte do rebanho apenas usando uma fantasia: as pessoas irão ver você como um cristão, e até você se olhará no espelho e se compreenderá como tal. Mas lá no fundo, por dentro, no íntimo do seu ser, você ainda encontrará sua vida antiga.

Deixe Cristo matá-la. E deixe Deus lhe fazer alguém novo.

Podcast JV #16
Em 25 de novembro de 2009

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A importância da recreação. O por que é necessário recrear. Dicas de reacreações e as histórias mais engraçadas, ou não.



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Duração: 1:24:24
Data:24/11/2009

Post interativo (1)
Em 23 de novembro de 2009

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Galera, hoje começa um lance novo aqui no Idéia Barulhenta. São os posts interativos! :)

Funciona assim: vou postar um vídeo, imagem ou qualquer coisa do gênero, e vocês vão dar suas opiniões de como usar isso pra aprender algo prático na vida de fé ou algo sobre o reino de Deus. Vamos ver se funciona! Aí vai o primeiro:



Clique aqui para comentar e deixar sua opinião!

Sobre fé, confiança e entrega
Em 21 de novembro de 2009

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Cristo deu a vida dele por mim - então, nada mais justo do que eu viver para ele. Decidi fazer isso, e não decidi agora. Resultado de tempo investido em orar, ouvir, ler e pensar. Sei que sou falho e pecador, mas pelo Seu amor tenho perdão e graça. Deus diz que não preciso me preocupar com minhas necessidades básicas, ele me supre (Lc 12:22 a 34). Não quero ter compromissos com aquilo que não faz parte do Reino de Deus.

Viver e ser sustentado por Deus. Negligência? Não. Confiança.
Fé? Também. Mas essencialmente confiança.

Quando você deixa algo para um amigo seu cuidar, você precisa ter fé ou confiança nele? Óbvio, confiança. A fé é a certeza do que não vemos (Hebreus 11:1). Você conhece seu amigo, por isso não precisa de fé. Eu conheço Deus, e Ele já prometeu que iria cuidar de mim se eu lhe entregasse minha vida completamente. Confiança.

É impossível para uma pessoa, por seus próprios esforços, conseguir viver de uma forma melhor do que se vivesse com uma vida entregue totalmente e exclusivamente para Deus. Ele faz mais do que pedimos e até imaginamos (Efésios 3:20).

Eu resolvi não tentar do meu jeito. Sem atalhos: fui direto para aquele que é o Caminho. Você já pensou em dedicar sua vida exclusivamente para Deus? Faça isso enquanto é jovem. Se você esperar mais tempo é possível que então se torne tarde demais e você esteja demasiadamente envolvido com sua vida medíocre vivida do seu jeito, com seus esforços.

Nunca vi um justo ser desamparado por Deus. Veja bem: não disse que nunca vi um justo não passar por dificuldade. Afinal, existe um preço a se pagar. Mas Deus não deixa os seus sozinhos.

Além do mais, posso ter certeza total e absoluta que aquilo que faço não é em vão. Vou ver frutos da minha vida por toda a eternidade, e não só durante meus poucos 60 anos que vou sobreviver depois de ter decidido viver da minha maneira. Viva pra Deus. Eu vivo, e vivo.

Versão original escrita em 14 de março de 2006.

Minha maior surpresa ao vasculhar textos antigos não é o fato de perceber como eu escrevia mal ou como realmente mudei meus pensamentos com o passar do tempo. Também não é chegar a conclusão de que em algumas situações eu era completamente imaturo. Minha maior surpresa - e alegria - é perceber que toda confiança que eu depositei em Deus sempre foi correspondida. Nunca me decepcionei, mesmo nos momentos em que confiar parecia algo incerto e inseguro. E aí, sempre que olho para trás, posso dizer "caramba, vale a pena".

Onde estou e para onde vou
Em 20 de novembro de 2009

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Muitas pessoas têm me perguntado sobre o que eu farei depois de concluir a faculdade de teologia. Desconhecidos e descrentes querem saber se eu serei padre. Conhecidos e crentes querem saber se serei pastor. Pastores e colegas me questionam sobre pretensões ministeriais. Para mim, a resposta é simples - mas muitas vezes ela não é compreendida pelo simples fato de que as pessoas tem seus modelos pré-definidos de "pastor", "missionário" ou "estudante de teologia". O texto aqui será longo, mas convido você a ler todo ele - não para saber sobre mim, mas para que você mesmo tenha seus paradigmas (modelos pré-definidos) transformados.

Em primeiro lugar, "pastores" não são necessariamente pessoas formadas em teologia e "licenciadas" pela igreja. A verdade é que se alguém exerce algum tipo de liderança entre pessoas cristãs, inevitavelmente pastoreia este grupo de pessoas. Claro, quem pastoreia uma igreja inteira precisa ter qualificação para que não faça besteiras (por isso o estudo e o licenciamento). Mas aqueles que a igreja chama de "leigos", que cuidam de um grupo de estudos bíblicos ou do pessoal da juventude, mesmo sem ter formação - estes também pastoreiam, também lideram, também indicam o caminho. Sem ostentação, posso dizer que eu pastoreava antes de cursar teologia.

Em segundo lugar, "missionários" não são só as pessoas que vão falar de Jesus para os africanos. Na verdade, todo cristão deveria ser missionário - todo aquele que testemunha de Cristo cumpre sua missão, dada por Jesus na grande co-missão (bacana que você pode perceber que sendo um crente solitário nunca conseguirá obedecer a ordem) (aquela do "ide e fazei discípulos", de Mateus 28.19).

Pastores não são apenas pessoas que cuidam de igrejas, e missionários não são apenas pessoas que vão falar de Cristo e construir igrejas em algum lugar distante e complicado. Dentro do trabalho para o qual sou chamado, posso dizer que realmente serei - ou sou - um pastor e um missionário. Lidero um grupo de pessoas e testemunho sobre Cristo.

Mas existe ainda um outro ponto. Muitos acham que pelo fato de eu estar cursando teologia dentro de uma faculdade Luterana e também pela questão de eu fazer parte da Igreja Luterana, meu trabalho será cuidar de uma igreja depois de me formar - justamente o legítimo "pastor" do paradigma que a maioria tem. Leia com cuidado os próximos parágrafos para que não me compreenda errado. Abandonar a leitura no meio do caminho, a partir de agora, não é opção. Veja bem:

Ainda há a questão do chamado. O chamado é algo essencial para qualquer um que exerce um ministério, ao mesmo tempo que é algo difícil de compreender para quem vem de fora. Se Deus me chama e me mostra o lugar onde devo agir, não há como eu contrariar - há um fogo que queima meu coração e me impele cada vez mais para aquilo que Ele me quer, mesmo que eu esteja disposto a servir em outros lugares. Posso estar disposto a servir em qualquer posição ou ministério - como de fato estou -, mas há o lugar onde Deus quer que eu esteja. E é nesse ponto em que necessidade, capacidade, prazer e amor convergem.

Eu não sou chamado para pastorear uma comunidade. Ententa "pastorar", nesse caso, como o ministério de estar à frente de uma comunidade, fazer cultos todos os domingos pela manhã, visitar os membros, cuidar do grupo de senhoras, dirigir o grupo de jovens, fazer casamentos e enterros.

O chamado que tenho como pastor e missionário tem muito mais a ver com andar com um grupo de pessoas no meio do mato falando a respeito de como Deus se revela na criação. Tem muito mais a ver com uma fogueira e uma conversa sincera e realista sobre a vida dos que estão em volta dela, e a necessidade que cada um tem de Cristo.

Não nego a importância dos pastores em nossa comunidade, e não nego a nobreza do seu chamado. Creio de todo o coração que estes pastores - no sentido mais tradicional do "título" - são servos fiéis a Deus, dedicados, chamados, capacitados e aptos; que muitas vezes sentem o peso da expectativa da igreja e que muitas vezes têm de lidar com tensões e questões difíceis das igrejas.

Sei que vou fazer parte de uma igreja, e sem sobra de dúvida irei auxiliar no ministério pastoral - vou fazer cultos de vez em quando e vou ajudar o pastor com os trabalhos da comunidade uma vez ou outra. Mas tenho certeza de que trabalhar com acampamentos é meu chamado, e é o lugar onde a maior parte do meu tempo será gasta. Não com recreação ou divertimento para aqueles que participam do acampamento, mas com a pregação de Cristo num ambiente que torna os corações abertos e dispostos para um compromisso.

Algo que coloca ainda mais lenha na fogueira do meu coração é a estatística. Das pessoas que aceitam Cristo e continuam firmes no compromisso de segui-lo por toda a vida, 80% estão na faixa dos 10 aos 25 anos. Os outros 20% são menores de 10 anos ou maiores de 25. Agora, um pastor de comunidade tem que dar justamente um foco comunitário, que envolve gastar maior parte do tempo com pessoas adultas e famílias. Novamente digo que não nego a necessidade do trabalho pastoral. Mas estatisticamente, há uma pessoa trabalhando com exclusividade para as pessoas de 10 a 25 anos, enquanto há outros nove pastoreando o restante das idades. Se você tiver 1000 novos convertidos hoje, 800 terão entre 10 e 25 anos e os outros 200 estarão nas outras idades - porém, você terá apenas um pastor cuidando dos 800, enquanto outros nove pastores cuidam dos 200 restantes. Há um desequilíbrio, uma necessidade gritante, um vácuo ministerial.

O meu chamado é para trabalhar com os 800. Não me acho melhor do que nenhum pastor de igreja, e não acho que meu ministério seja mais importante - de forma nenhuma. Mas creio que tanto o meu chamado quanto a necessidade dele sejam motivos suficientes para que eu simplesmente permaneça nele e na vontade de Deus antes de me enquadrar dentro dos modelos tradionais eclesiásticos de pastor.

Acredito que eu até possa assumir um pastorado (no sentido comum da palavra), mas isso dificilmente acontecerá antes da minha disposição física, psicológica e espiritual para o ministério com acampamentos e jovens acabar. É uma questão de chamado. O dia que Deus me quiser fazendo outra coisa, eu saberei e obedecerei. Mas enquanto ele me quiser cuidando de pessoas no início de suas vidas e andando no meio do mato, é aqui que vou estar. Quando me perguntam o que vou fazer depois de me formar, posso dizer que serei um pastor e um missionário - mas a questão vai bem além dos modelos comuns e das paredes da igreja. Talvez não trabalhe sempre no mesmo acampamento - também é uma questão de chamado e de ardor no coração. Mas sei o lugar onde Deus me quer agora, sei que provavelmente vai durar um bom tempo, e nem de longe sou louco de desobedecer. Onde estou e para onde vou é, definitivamente, mais com Ele do que comigo.

Música barulhenta (9)
Em 19 de novembro de 2009

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Murder by Pride
Stryper



Saturday night's a lie, I follow every cue
A noite de sábado é uma mentira, eu só vou na idéia dos outros
Sunday is sanctified, I smile and take the pew
O domingo é santificado, eu sorrio pego um lugar no banco da igreja
Monday it's back to school - Am I learning, not at all
Segunda é voltar pra escola - eu aprendo, mas nunca o suficiente
Tuesday and Wednesday, Thursday, Friday I just crawl
Terça e quarta, quinta, sexta eu apenas me arrasto

Gotta fight, gotta stop living a lie
Tenho que lutar, tenho que parar de viver uma mentira
Gotta fall, gotta lay down and die
Tenho que cair, tenho que deitar e morrer
Gotta stand and run to the other side
Tenho que para e correr para o outro lado
Gotta live or it's Murder By Pride
Tenho que viver ou ser assassinado pelo orgulho

Seeds that were growing have been dried up by my flesh
Sementes que cresciam foram secadas pela minha carne
I walk the walk and talk the talk but where's the rest?
Eu ando e ando, falo e falo, mas onde está o resto?
I could have everything even what's behind the stars
Eu poderia ter tudo, até o que está atrás das estrelas
But I built my prison without windows, without bars
Mas eu me fiz uma prisão, sem janelas e sem grades

A Bíblia diz em Romanos 6 que devemos morrer para nós mesmos, para o pecado e para a nossa natureza humana, para que então possamos viver para Cristo e experimentar a Sua liberdade e plenitude. Muitas vezes o nosso orgulho - nossa resistência à necessidade de entregar-se - nos impede de viver tudo o que poderia ser vivido, nos impede de alcançar "aquilo que está atrás das estrelas". Se realmente pensarmos bem, só há duas opções: ou morremos para Cristo e experimentamos sua Vida e Liberdade, ou somos assassinados pelo nosso orgulho e pecado. Não há meio termo.

A idéia do vídeo (9)
Em 18 de novembro de 2009

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Cada momento de nossas vidas, por melhor que seja, é completamente vazio se estamos distantes do amor de Deus. Deus nos ama, nos criou para amá-lo e para refletir Seu amor sobre a vida de outras pessoas.

Vídeo encontrado no site Love S.A. Indico.